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Polícia identifica quem disparou contra jovem morto dentro de loja

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  • Publicado em Piauí
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A Polícia revelou na manhã desta quinta-feira (31) que já identificou a pessoa que disparou contra o jovem morto durante uma tentativa de assalto dentro de uma loja na Avenida Presidente Kennedy, Zona Leste de Teresina. No dia do crime, testemunhas revelaram à polícia que o jovem Aschelie Rafael Gomes de Castro, de 24 anos, seria o suspeito de cometer o assalto, mas a família nega que o rapaz tinha envolvimento com crimes e que foi assassinado por engano.

Delegado Higgo Martins (Foto: Juliana Barros/G1)Delegado Higgo Martins (Foto: Juliana Barros/G1)

“Já identificamos a pessoa que realizou o disparo e estamos realizando os procedimentos para pegar o seu depoimento. Devemos ouvi-lo nas próximas horas. Na manhã desta quinta foram ouvidos os funcionários da loja, e segundo eles, o autor dos disparos não é funcionário da loja. Ainda não temos como dizer se ele era um segurança disfarçado. Só vamos poder afirmar alguma coisa quando pegarmos o seu depoimento”, afirmou o Delegado Higgo Martins, da Delegacia de Homicídios.

O delegado ainda falou que, segundo o depoimento dos funcionários, Aschelie Rafael entrou na loja e anunciou o assalto. “Os funcionários informaram que ele entrou na loja e pouco tempo depois anunciou o assalto. Já levamos a arma do crime para ser periciada. Ela não tem registro e ainda segundo os funcionários estava em poder do jovem Aschelie Rafael. Eles informaram que durante luta corporal com o jovem a outra pessoa tomou a arma e fez os disparos”, falou o delegado.

A Polícia recolheu o HD do circuito interno da loja e encaminhou para a perícia a fim de saber se o circuito registrou o momento do crime. “Vamos investigar se o circuito registrou a cena do crime porque ainda não temos como afirmar se o sistema gravou ou não a ação. Estamos investigando tudo isso”, explicou.

Em relação a possível alteração na cena do crime, o delegado disse que vai analisar o relatório da equipe que fez o atendimento no local. “Após a perícia eles fazem um relatório e nós vamos trabalhar analisando essas informações. Não podemos trabalhar só com uma possibilidade, temos um conjunto de provas e vamos levar tudo em consideração”, relatou.

Para a família o jovem foi confundido com o ladrão e morto por engano. A família afirmou que o jovem era uma pessoa de bem, trabalhador e tinha ido à loja para comprar uma capa de celular.

“Estamos investigando os depoimentos da família também, mas não podemos levar só uma informação como verdade. A família alega que ele trabalhava e não tinham antecedentes criminais, isso é realmente verdade, ele não tinha antecedente, mas isso não quer dizer que não seja o primeiro crime. Vamos investigar tudo com calma e em cima das provas para termos certeza se ele estava ou não praticando um assalto”, finalizou o delegado.


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