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Descendentes dos revolucionários da independência do PI falam de legado

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  • Publicado em Piauí
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A luta pela independência no Piauí fez com que alguns personagens entrassem para a história do estado por terem enfrentando as tropas portuguesas comandadas pelo major João José da Cunha Fidié. O G1 ouviu descendentes dos principais nomes que lutaram pela adesão do estado ao processo de independência do país. Eles, que tentam manter vivo o legado deixado por Leonardo Castelo Branco, Simplício Dias e Manoel de Sousa Martins, declararam que as autoridades e muitos piauienses não reconhecem a importância desses personagens históricos. O G1 também tentou localizar parentes do João Candido de Deus e Silva, mas ninguém foi encontrado, pois ele era natural de São Paulo.

Waldemir Miranda mostra documento que pretendia criar memorail de Leonardo Castelo Branco (Foto: Gilcilente Araújo/G1)Waldemir Miranda mostra documento que pretendia
criar memorail de Leonardo Castelo
(Foto: Gilcilente Araújo/G1)

Leonardo Castelo Branco
O professor de literatura Waldemir Miranda é tetraneto de Leonardo Castelo Branco. Há vinte anos, ele iniciou uma pesquisa sobre a vida e obra de Leonardo durante um trabalho escolar. O professor esteve em Lisboa, onde Leonardo morou durante dez anos, em busca de livros escritos pelo parente. Em sua residência localizada em Esperantina, no Norte do Piauí, há livros, manuscritos e fotos do revolucionário.

“Tenho orgulho e me sinto importante em ter na minha árvore genealógica um homem como Leonardo Castelo Branco. Foi uma das pessoas mais importantes da luta pela independência do Brasil no território piauiense, no entanto, jamais recebeu o devido reconhecimento das autoridades. Nem mesmo a construção de um memorial, que foi aprovado em lei, saiu do papel”, disse.

Padre Carlos Alberto iniciou uma pesquisa bibliográfica sobre Simplício Dias (Foto: Gilcilente Araújo/G1)Padre Carlos Alberto iniciou uma pesquisa
bibliográfica sobre Simplício Dias
(Foto: Gilcilente Araújo/G1)

Simplício Dias
O padre Carlos Alberto é da sexta geração da família de Simplício Dias. Desde garoto soube do parentesco com o revolucionário, mas segundo ele, na época não tinha interesse em manter viva a imagem do familiar. Somente na adolescência compreendeu a importância em ter Simplício Dias em sua árvore genealógica e iniciou uma pesquisa bibliográfica em Parnaíba.

“Ele foi um homem a frente do seu tempo. Acredito que pelo fato de ter estudado na Europa, conheceu os ideais de liberdade de fora do país e trouxe este espírito de mudança para o Piauí”, afirmou.

Paulo Henrique de Sousa Martins é da quinta geração da família de Manoel de Sousa Martins. (Foto: Gilcilente Araújo/G1)Paulo Henrique  é da quinta geração da família de
Manoel de Sousa Martins. (Foto: Gilcilente Araújo/G1)

Manoel de Sousa Martins
O bancário Paulo Henrique de Sousa Martins é da quinta geração da família de Manoel de Sousa Martins. O parentesco foi descoberto através de comentários dos avós em Oeiras, contudo, ele conta que o ato de Manoel em proclamar a adesão do Piauí à independência do Brasil é pouco lembrado pela família.

Não temos nada contra esse registro histórico, mas não cultuamos a vida do Manoel. Valorizamos sua bravura e dedicação às coisas do sertão piauiense, entretanto, acreditamos que cabem às escolas contarem para a população de Oeiras quem foi o Visconde da Parnaíba. Já que na família, todos já sabem e procuram manter a viva sua história através dos encontros da Família Martins que acontecer anualmente”, argumentou.

  Principais líderes da adesão do Piauí ao processo de Independência do Brasil (Foto: arte: Adelmo Paixão)Principais líderes da adesão do Piauí ao processo de Independência do Brasil (Foto: arte: Adelmo Paixão)

 

 


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