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Maklandel quer 'enxugar a máquina' reduzindo comissionados em 70%

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  • Publicado em Piauí
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O candidato a governador do Piauí pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Maklandel, foi o entrevistado desta quarta-feira (17) no PI TV 1ª Edição e disse que, se eleito, pretende  “enxugar a máquina” reduzindo em pelo menos 70% o número de cargos comissionados e ainda extinguindo secretarias.

“Temos secretarias desempenhando a mesma função. A Secretaria do Trabalho e Empreendedorismo, Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Tecnológico e Secretaria de Turismo poderiam ser colocadas em uma pasta só sem prejuízo na atividade de cada uma. Acredito que 18 secretarias seriam suficientes e executariam muito bem todas as funções do estado”, explicou.

O candidato também disse que é a favor da autonomia financeira da Uespi e que deveria haver um repasse de 5% da receita líquida do estado para a instituição. “A Uespi deveria ser desvinculada da questão política do estado e ter a possibilidade para investimentos para a renovação do seu acervo bibliográfico, para as ações afirmativas, valorização de professores e ampliação do quadro efetivo”, disse.

 
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Maklandel falou sobre o baixo desempenho do partido no estado. Para ele, a Justiça Eleitoral comete “injustiça” quando não estipula o mesmo tempo de propaganda para todos os candidatos. Esta é a segunda vez que Maklandel disputa o cargo de chefe do executivo estadual.

“Esse baixo desempenho se deve as vantagens das outras candidaturas, das campanhas milionárias e o espaço na televisão que alguns candidatos têm mesmo antes do ano eleitoral. É uma injustiça. Costumamos dizer que os governos que já tiveram no poder tem a política de manter o povo na ignorância. As pessoas não tem oportunidade de conhecer candidaturas propositivas como a nossa”, disse.

Ainda questionado sobre como pretenderia, caso eleito, executar seu plano de governo sem nenhum representante do partido na Assembleia Legislativa do Piauí, Maklandel disse que a proposta é implantar o Orçamento Popular Estadual com a participação da população.

“Temos a pretensão e vamos implantar o Orçamento Popular Estadual realizando conferência nos municípios para ouvir os cidadãos e a partir dessas conferências elaborar um plano de governo a curto, médio e longo prazo elencando prioridades de investimento nos setores produtivos do estado”, destacou.

 


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