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Preços das frutas e verduras estão em alta na Ceapi em Teresina

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  • Publicado em Piauí
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A falta de algumas frutas e verduras já é sentida em Teresina, mas o que chama atenção é o preço desses produtos. O aumento do valor é porque 80% do que é vendido no Piauí vem de outros estados. Entre as frutas e verduras mais caras estão o limão, alho e principalmente o abacate.

A cebola permaneceu o mesmo preço, mas o limão está bem mais caro. O saco de 60 kg que era vendido a R$ 35 agora é vendido a R$ 45. Segundo o comerciante João da Cruz, o preço do limão não vai mais subir, pois vai começar o período de chuvas. “Em dezembro vai começar o período de chuvas e o preço não vai mais subir, por isso eu acho que vai ficar nesse valor”, disse.

Um dos preços que mais oscila é o do alho e o motivo da mudança é que o produto é trazido da China. “Dificuldade de importação, aumento do dólar, aumento da taxação de imposto tudo isso influência no valor do alho. Com todas essas influências o alho termina a ser repassado de 10% a 20% mais caro para o consumidor”, falou o comerciante Aguillar Antônio.

O abacate é no momento o maior vilão do mercado, pois vem de estados do Sudeste do Brasil. Segundo o fornecedor Alexandre Quirino, o abacate vem de São Paulo e o período de entressafra é o responsável pela alta do preço. “Semana passada estávamos vendendo a caixa a R$ 35, esta semana já estamos vendendo a R$ 45 e na semana que vem acredito que estará bem mais caro”, explicou.

O comerciante Luís Rocha disse que a saída encontrada para driblar os altos valores é diminuir na quantidade de produtos comprados. “Antes eu comprava de quatro a cinco caixas de alguns produtos, mas como estão mais caros a solução é comprar menos e ir mais vezes ao Centro de Abastecimento do Piauí (Ceapi)”.

Segundo o economista Francisco Sousa, o preço alto dos produtos é porque o Piauí não é produtor de alguns itens. “Como o estado não produz temos que comprar de fora e isso aumenta o preço de alguns itens. Sem contar que com isso sempre vamos ficar vulneráveis a problemas climáticos de outros estados”, falou o economista.


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