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Casa do Estudante em Teresina é assaltada duas vezes em uma semana

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  • Publicado em Piauí
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Cerca de 20 jovens moradoras da Casa da Estudante de Teresina estão assustadas com a violência. Em poucos dias o local já foi invadido duas vezes por assaltantes. A casa fica localizada na Unidade Escolar Presidente Vargas no bairro Macaúba, Zona Sul da capital. No local vivem estudantes do interior que não têm onde morar na capital. A estrutura é precária, mas nos últimos dias o que assusta é a falta de segurança que despertou o interesse de assaltantes.

A primeira ação dos bandidos aconteceu na noite de sexta-feira (12) quando o namorado de uma das meninas foi deixá-la na casa e cerca de cinco assaltantes, dois deles armados, invadiram o local. O rapaz começou a gritar em sinal de alerta e as meninas se esconderam debaixo das camas e começaram a gritar bastante. Os assaltantes acabaram fugindo sem levar nada.

A segunda ação aconteceu no domingo (15) quando havia apenas duas moradoras na casa. Elas perceberam a ação e se esconderam em uma sala e só saíram quando os assaltantes deixaram o local. Assustadas, as estudantes que não quiseram ser identificadas pedem mais segurança e até mesmo a mudança para outro local. “Nós estamos com muito medo e já fomos muitas vezes cobrar medidas, mas ninguém faz nada. Todo mundo só promete, mas nada é feito. A gente fica indefesa, pois segurança não tem”, contou uma das moradoras.

As estudantes foram chamadas para uma reunião na Secretaria Estadual de Educação e o superintendente de ensino, Edjofre Coelho, informou que medidas serão tomadas, entre elas a colocação de dois vigilantes desarmados para tentar evitar a situação. “A Secretaria resolveu colocar dois vigilantes durante todo o dia para dar mais segurança e apoio às estudantes. Não é vigilância armada, pois a Secretaria não está trabalhando com terceirização no momento”, explicou o superintendente.

As moradoras ficaram mais assustadas após a reunião, pois teriam sido aconselhadas a não reclamar mais de nada através da imprensa. “Eles falaram que não era para a gente falar mais com a mídia, pois isso podia nos prejudicar. Que fechariam a casa do estudante e ficaríamos sem lugar para ficar”, relatou uma das jovens que não quis se identificar.

A Secretaria de Educação informou que não houve coação às estudantes, mas que foi feito um pedido a elas, que antes de fazer qualquer denúncia à imprensa, procurem a Secretaria.


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