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Jovens discutem sobre política e a importância do voto nas eleições 2014

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  • Publicado em Piauí
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Faltam apenas três meses para o mês de outubro chegar, que é quando as eleições vão acontecer, mas o período eleitoral já começou. Tempo não só para os candidatos se articularem como também para os eleitores começarem a pensar em quem vão depositar a confiança de gerir o nosso país. Dentro desse sistema, o jovem tem papel importante, porém poucos são os interessados em participar da vida política do Brasil. Prova disso é que somente 25% dos adolescentes entre 16 e 17 anos tiraram o título de eleitor (vídeo acima).

Para discutir o assunto, o telejornal PI TV 1ª Edição convidou alguns jovens e o sociólogo Benedito Carlos para uma roda de conversa sobre juventude e política. Um dos entrevistados é o estudante Italo, de 16 anos, ele decidiu não esperar a maioridade para tirar o título de eleitor. “Eu queria ir atrás do benefício de votar antes dos 18 anos e com o pensamento de  que com o meu voto posso conseguir mudar o meu município, estado e até mesmo o meu país”, disse.

A estudante Joice, 19 anos, tinha o direito de votar nas eleições de 2012, mas preferiu protelar o voto para as eleições deste ano. “Na minha concepção, eu poderia sim ter votado, mas, assim como muito jovens, estava desacreditada porque o jovem procura lazer, esporte e educação, mas muitos políticos só prometem e não cumprem suas promessas”, explicou a estudante.

Já a estudante Cecília, de 17 anos, vive a ansiedade de votar pela primeira vez, não querendo adiar ainda mais a oportunidade de votar e ajudar a construir a história da sociedade. “Eu tirei o meu título antes dos 18 anos para melhor o meu estado, a segurança, a saúde. Eu creio que o meu voto pode sim melhorar a meu Estado”, argumentou.

Para o sociólogo Benedito Carlos, diante das respostas dos adolescentes, é possível perceber certo descredito com a política. “Mas esse descrédito não está percebido somente na juventude, pois está presente na cabeça de muitos eleitores, independente da idade. A diferença é que temos uma esperança maior na juventude porque eles possuem uma vitalidade diferente e tem uma indignação maior do que aquele eleitor que já está acostumado com o vício, chegando a vender o seu voto”, finalizou o Benedito.


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