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Câmera escondida acompanha ação de flanelinhas no Centro de Teresina

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  • Publicado em Piauí
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Teresina tem poucos espaços públicos para estacionamento de veículos. No centro, então, a dificuldade é ainda maior para encontrar uma vaga e quando encontramos, geralmente, flanelinhas estão por perto. Com uma câmera escondida a equipe de reportagem da TV Clube acompanhou a reação de alguns deles, que são agressivos quando os motoristas estão sem dinheiro.

José Raimundo de Deus é flanelinha há 16 anos. Ele e outros quatro colegas formam uma equipe e garantem que não obrigam ninguém a pagar. “Não é obrigado a pagar, mas se você souber cativar o cliente ele sempre te dar um agrado”, disse o guardador de carros.
Segundo eles, chegam a faturar cerca de R$ 100, em um dia bom, cuidando do patrimônio alheio.

Nem todo mundo tem uma conduta como a de Raimundo de Deus. Tem gente que se sente na obrigação de pagar para estacionar em um local público. Muitos abordam os veículos sem a menor vergonha e chegam a ameaçar caso o motorista não pague. “Se você não tem dinheiro vendo o carro e compra uma bicicleta”, resmungou um dos guardadores de carros.

Não há um numero exato de flanelinhas que trabalham em Teresina, mas basta andar pelas regiões mais movimentadas da capital, para perceber que eles são muitos. Grande também é a desconfiança de quem vez ou outra é abordado por um guardador.

Muitos deles nem sabem, mas esse tipo de atividade é regulamentada por uma lei, criada há quase 40 anos e que transformou o simples habito de vigiar um carro ou moto na rua em uma profissão: guardador ou lavador autônomo. Se há algum crime nesse tipo de serviço? depende de como o flanelinha, abordar o cliente, quem nem nos flagrantes, feitos por nossa equipe.


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