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Apenas 17% da população de Teresina possui rede de esgotamento sanitário

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  • Publicado em Piauí
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Apenas 17% da população de Teresina tem acesso à rede de esgoto. Esse percentual persiste há algum tempo. Obras para tentar resolver o problema foram anunciadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mas na capital o cronograma está atrasado.

Em um ponto das macrobacias do Rio Parnaíba era para está construída a ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Teresina. Outro projeto de saneamento também deveria existir na Zona Sul da capital, mas não existe sinal de avanço nas obras.

Os atrasos também atingem moradores da Zona Norte. As três obras juntas foram orçadas em R$ 103 milhões. A Agespisa e a Prefeitura de Teresina, sãos os órgãos responsáveis pelo uso da verba federal.

A PMT alega que a demora em um dos pontos aconteceu por causa de outro atraso, a construção da Estação de Tratamento de Esgoto no bairro Pirajá. “Boa parte dela já está licitada, é só resolver essas pequenas pendências nos projetos que a obra já inicia”, disse Erick Amorim, diretor de serviços de águas e esgotos de Teresina.

A promessa é de que 250 mil pessoas sejam beneficiadas com a conclusão e funcionamento do sistema de saneamento da capital. Somente na Zona Sul serão 300 quilômetros da rede de esgoto.

Segundo Gilvan Firmino, presidente da associação de moradores da Vila da Paz, um dos bairros que devem receber as obras do PAC, as obras estão lentas. “Esse projeto ainda está muito devagar, a gente não está vendo nenhuma ação. Essa lentidão deixa a vida dos moradores complicada”, contou o líder comunitário.


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