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Em greve, comerciários baixam portas de lojas no Centro de Teresina

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  • Publicado em Piauí
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 Lojistas foram obrigados a fecharem os estabelecimentos (Foto: Gilcilene Araújo/G1) Lojistas foram obrigados a fecharem os estabelecimentos (Foto: Gilcilene Araújo/G1)

O primeiro dia de greve dos comerciários deflagrada nesta quinta-feira (3) em Teresina foi marcado por muita confusão no Centro da capital. Os grevistas realizaram uma passeata pelas principais ruas e com medo de haver quebra-quebra alguns lojistas fecharam os estabelecimentos. Já outros proprietários se recusaram a baixar as portas e foram obrigados pelos grevistas a fechar os estabelecimentos.

Alguns funcionários ainda tentaram argumentar com os grevistas que insistentes não cederam aos argumentos e fecharam as lojas. Muitos lojistas tiveram prejuízos com produtos quebrados e bagunçados.

Comerciários fazem manifestação no Centro de Teresina (Foto: Gilcilene Araújo/G1)Comerciários fazem manifestação no Centro de Teresina (Foto: Gilcilene Araújo/G1)

A gerente de uma loja Raquel Assunção disse não ser contra o movimento dos comerciários, mas reclamou do ato. “Nossos funcionários têm o livre arbítrio para participar do movimento, no entanto, os comerciários que aderiram à greve deveriam aceitar a decisão dos membros que não concordam com o movimento. Agora não dá para aceitar este gesto de vandalismo”, disse a gerente.

Por onde passavam, os grevistas faziam muito barulho ao soltar foguetes. Duas viaturas da Polícia Militar acompanhou o protesto. De acordo com a presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio e Serviço (Sindcom), Rosângela Barbosa, a principal reivindicação da categoria é com relação à falta de adesão do auxílio alimentação pelo setor lojista.

“Algumas empresas como supermercados já repassam este auxílio aos empregados, mas como nunca houve acordo sobre isso os lojistas não oferecem o benefício. Estamos também em campanha salarial para reajuste de R$ 1 mil, já que atualmente o piso no comércio é de R$ 791,07 para uma jornada de 44 horas semanais", declarou Rosângela.

O Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (Sindilojas) comunicou que não existem intransigências nas negociações coletivas por parte da categoria patronal, já que foram realizadas três meses de negociações com a mediação da Superintendência Regional do Trabalho, e nestas foi concedida a data base da categoria para 1º de junho. O sindicato também disse que nas demais não houve avanço porque o sindicato laboral condicionou o acordo ao fornecimento de ticket alimentação.

Uma reunião deverá aconter às 14h e terá a participação de trabalhadores e representantes do sindicato patronal.


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