Manifestantes voltam a protestar contra Trump nos EUA; uma pessoa é baleada

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Pela terceira noite seguida, milhares de manifestantes voltaram às ruas das principais cidades dos Estados Unidos para protestar contra as políticas do presidente eleito, Donald Trump.
Em Portland, a maior cidade do estado de Oregon, as manifestações se estendaram até a madrugada deste sábado (12) e estão sendo classificadas pela polícia local de motim em razão das depredações que ocorreram na cidade.
Os manifestantes bloquearam ruas e interromperam o tráfego na Ponte Morrison, que atravessa o rio Willamette. Uma pessoa foi baleada nos protestos.
Destaque Manifestantes protestam contra o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, no Washington Square Park, em Nova York Agência Lusa/EPA/Justin Lane/Direitos Reservados Manifestantes protestam contra o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, no Washington Square Park, em Nova York

Em Atlanta, capital do estado da Geórgia, centenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a vitória de Trump nas eleições da última terça-feira (8).

As manifestações de Atlanta foram pacíficas e acompanhadas a distância pela polícia. Na marcha, as pessoas entoavam a frase "Trump não é meu presidente".

Em Miami, no estado da Flórida, protestos interromperam o trânsito do centro da cidade. Em Manhattan, área central de Nova York, centenas de pessoas participaram de um ato chamado comício do amor, em protesto contra Trump, no Washington Square Park, um parque público da cidade.

Ecoando palavras de ordem como "Trump não é meu presidente" e "Trump fascista", mais de 200 pessoas protestaram nas escadarias da sede do governo do estado de Washington, em Olympia.

Em Nashville, no estado do Tennessee, os estudantes da universidade de Vanderbilt cantaram canções dos direitos civis e marcharam por uma rua da cidade, obstruindo temporariamente o tráfego. Mais de 100 manifestantes também saíram às ruas em Kansas City, maior cidade do estado de Missouri, e gritaram refrões contra o presidente eleito Donald Trump.

 

Com informações da Agência Brasil

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