Demanda do consumidor por crédito cresce 6,1% em outubro, diz Serasa Experian

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  • Publicado em Economia
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A quantidade de pessoas que buscou crédito em outubro de 2016 cresceu 6,1% em relação ao mês de setembro.Na comparação com outubro do ano passado, houve aumento de 11%.
No acumulado do ano, de janeiro até outubro deste ano, a demanda do consumidor aumentou 2,7% em relação ao mesmo período de 2015. Os dados são da Serasa Experian.
De acordo com os economistas da Serasa, a greve dos bancários, que paralisou o atendimento em várias agências do país durante o mês de setembro, gerou impactos na busca por crédito naquele mês.
A alta da procura por crédito em outubro se deve também a esse cenário, avaliou a entidade.

Renda

Para os consumidores que ganham até R$ 500 mensais, a alta na procura por crédito foi 8,5%. Para os que recebem entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês, o crescimento chegou a 6,4% e para aqueles com renda mensal de R$ 1 mil a R$ 2 mil, o aumento chegou a 5,4%.

Para aqueles que ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil por mês, a alta foi 5,8%. Para aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 10 mil mensais, o aumento chegou a 5,5% e para os que ganham mais de R$ 10 mil, o aumento chegou a 4,7%.

No acumulado do ano até outubro de 2016, com exceção da faixa de menor renda – que teve queda de 0,2% –, a busca do consumidor por crédito subiu nas demais faixas de renda em relação ao mesmo período de 2015: consumidores com renda mensal entre R$ 500 e R$ 1 mil (2,5%); renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 2 mil (3,3%); renda entre R$ 2 mil e R$ 5 mil (3,2%); renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil (3,2%) e renda mensal maior que R$ 10 mil (2,9%).

Região

Em outubro deste ano, quando comparado a setembro, as variações na procura do consumidor por crédito nas regiões do país foram: Norte (11,4%); Nordeste (10,4%); Centro-Oeste (10,7%), Sul (6,3%); Sudeste (3,2%).

No acumulado do ano, a demanda do consumidor por crédito cresceu 5,9% na Região Sul, 2,7% no Sudeste e 3,9% no Centro-Oeste, na comparação com o mesmo período do ano anterior. No Nordeste, a alta acumulada no ano foi de 0,2%. Na direção contrária, está apenas a Região Norte com queda acumulada de 3,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

 

Com informações da Agência Brasil

 


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